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fuzil pendurado no pescoço do rei do pop Michael Jackson


Traficantes colocaram um aterrorizante adereço na estátua em homenagem a Michael Jackson no Morro Dona Marta, em Botafogo, segundo uma foto que circulou nas redes sociais ontem e que mostra um fuzil pendurado no pescoço do rei do pop. A Polícia informou em um comunicado que a fotografia foi tirada "por criminosos" que pertenciam a um grupo de um traficante detido em 27 de julho.

No comunicado, as autoridades afirmaram que os suspeitos foram identificados e que estão realizando uma ação para prendê-los, mas sem especificar a data da foto, tirada em plena luz do dia.

A estátua de bronze, instalada em uma laje da comunidade, foi inaugurada em 2010, um ano após a morte do cantor, que escolheu o local para filmar as cenas de seu videoclipe "They don't care about us", em 1996, acompanhado pelo grupo de percussão Olodum.

Fotografada por inúmeros turistas, esta estátua simbolizava a renovação dos morros, onde vive cerca de um quarto da população carioca. No momento de sua inauguração, dava-se início à política de pacificação das comunidade.

Mas um ano depois das Olimpíadas de 2016, o Rio se vê sacudido pelo forte aumento da violência, enquanto multiplicam os tiroteios durante as incursões policiais nas comunidades contra traficantes fortemente armados.

Escalada
Desde o início do ano, 97 policiais foram assassinados e balas perdidas deixam dezenas de vítimas, incluindo crianças. Em menos de 24 horas, foram três PMs mortos, entre os quais uma cabo reconhecida como policial durante um assalto e um soldado baleado em um patrulhamento.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço (21), em folga (56) e aposentados (20), todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano -o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais. Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas.

O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

Causas
No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida. A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados. A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.link do artigo aqui


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