Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

O nosso blog abre um canal onde o internauta poderá participar sugerindo publicação. Enviando fotos

Traduza para seu idioma

Visitas internacionais

Free counters!

Rodando o Mundo

Seguidores

Morre centésimo policial militar no Rio neste ano

O sargento José Cavalcante e Sá foi o centésimo policial militar a morrer neste ano no Rio de Janeiro ao ser baleado na cabeça com um tiro de fuzil, na manhã deste sábado (26), na porta de casa, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

As circunstâncias em que o sargento foi baleado parecem ser típicas do perfil de mortes de PMs no Estado: fora de serviço, no fim de semana e na Baixada Fluminense, região que tem o maior número dessas mortes. O policial não estava uniformizado quando foi baleado. Ainda não está claro se ele estava de folga ou se ia ou voltava do trabalho. Tampouco se sabe o que motivou o assassinato.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço, em folga e inativos, todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano - o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais.

Leia também:
Militares reduzirão presença nas ruas do Rio de Janeiro
Forças Armadas estão prontas para atuar no Rio de Janeiro, diz Jungmann
Morre bebê baleado no útero da mãe no Rio de Janeiro


Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas. O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida.

A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados.

A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.
Os dados de mortes em serviço são o retrato desse retrocesso -o número dessas mortes entre janeiro a junho estão em dois dígitos desde 2014, remontando aos primeiros anos deste século.

O risco da profissão já havia tornado comum entre eles algumas estratégias de sobrevivência, como evitar deixar a farda a vista em casa, para policiais que vivem em vizinhanças dominadas pelo tráfico. No entanto, com o recrudescimento da violência, esse medo se espalhou.

Crimes em alta
No Estado, homicídios e roubos em geral também estão em alta. PMs são vítimas frequentes de assalto e, por andarem armados, são mortos ao reagirem ou serem identificados.

"Existe essa cultura na formação do PM e na sociedade em geral. O policial é visto como um defensor da sociedade mesmo na folga. Se vê um assalto, vai tentar intervir, por achar que, se não fizer isso, estará cometendo desvio de função. Se ele for o assaltado, provavelmente vai reagir antes do que um cidadão comum, mesmo um armado", diz o coronel Ibis Pereira, que foi comandante interino da PM do Rio de Janeiro.

Muitos PMs costumam fazer os chamados bicos, trabalhando principalmente como seguranças privados, para complementar suas rendas. Já o Regime Adicional de Serviço, que permite que policiais militares e civis trabalhem na folga para as próprias polícias, complementando a falta de efetivo, não é pago desde setembro do ano passado. Policiais também não receberam o 13º salário.

A política de segurança pública vem sendo desmontada pela crise. Não há recursos para contratar aprovados em concurso. A política de Unidades de Polícia Pacificadora ruiu - estudo da PM cita 13 confrontos em áreas com UPP em 2011, contra 1.555 em 2016.

Nesse vácuo, o número de confrontos entre grupos criminosos aumentou, o que, por sua vez, atrai a polícia e gera mais embates com traficantes mais bem armados.
Segundo o coronel Ibis, as mortes de PMs decorrem também da forma como a política de segurança é concebida.

As ações, diz, não estão voltadas às grandes apreensões de drogas, mas para o varejo, dentro das favelas, onde o tráfico tem grande poder de fogo.
Segundo o coronel Fabio Cajueiro, que coordenou uma análise de vitimização policial, há cerca de um ano a PM incluiu em seu treinamento um curso que dá instruções sobre como agir em folga.

O secretário de Segurança, Roberto Sá, disse, no enterro de um policial civil neste fim de semana, que acha que é preciso fazer mudanças na legislação para torná-la mais rígida, principalmente contra quem porta fuzis.link aqui

A polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado.


O jornal italiano Il Fatto Quotidiano noticiou que a polícia do Vaticano flagrou uma festa com orgia gay regada a drogas nas dependências da cidade-estado. De acordo com as publicações, o Papa Francisco estaria furioso. O incidente, segundo a imprensa internacional, envolve oficiais de alto escalão do Vaticano e teria ocorrido no final de junho.

A polícia teria invadido o apartamento de um padre depois de reclamações dos vizinhos de um "comportamento estranho". O imóvel, segundo o jornal, é de propriedade da Congregação para a Doutrina da Fé, a mais antiga das nove congregações da cúria romana, um dos órgãos que faz parte da Santa Sé.

O organizador da festa seria Luigi Capozzi, de 50 anos, assessor do Cardeal Franceso Coccopalmerio, o presidente do Conselho Pontífice de Textos Legislativos. 

Capozzi teria sido preso e levado ao hospital para a retirada das drogas do organismo. Coccopalmerio é apontado ainda como um dos principais conselheiros do Papa, tendo ocupado o posto desde 2007 por indicação de Bento XVI.
link do artigo aqui

fuzil pendurado no pescoço do rei do pop Michael Jackson


Traficantes colocaram um aterrorizante adereço na estátua em homenagem a Michael Jackson no Morro Dona Marta, em Botafogo, segundo uma foto que circulou nas redes sociais ontem e que mostra um fuzil pendurado no pescoço do rei do pop. A Polícia informou em um comunicado que a fotografia foi tirada "por criminosos" que pertenciam a um grupo de um traficante detido em 27 de julho.

No comunicado, as autoridades afirmaram que os suspeitos foram identificados e que estão realizando uma ação para prendê-los, mas sem especificar a data da foto, tirada em plena luz do dia.

A estátua de bronze, instalada em uma laje da comunidade, foi inaugurada em 2010, um ano após a morte do cantor, que escolheu o local para filmar as cenas de seu videoclipe "They don't care about us", em 1996, acompanhado pelo grupo de percussão Olodum.

Fotografada por inúmeros turistas, esta estátua simbolizava a renovação dos morros, onde vive cerca de um quarto da população carioca. No momento de sua inauguração, dava-se início à política de pacificação das comunidade.

Mas um ano depois das Olimpíadas de 2016, o Rio se vê sacudido pelo forte aumento da violência, enquanto multiplicam os tiroteios durante as incursões policiais nas comunidades contra traficantes fortemente armados.

Escalada
Desde o início do ano, 97 policiais foram assassinados e balas perdidas deixam dezenas de vítimas, incluindo crianças. Em menos de 24 horas, foram três PMs mortos, entre os quais uma cabo reconhecida como policial durante um assalto e um soldado baleado em um patrulhamento.

Em 2017, o Estado teve um PM morto a cada dois dias. O número inclui mortos em serviço (21), em folga (56) e aposentados (20), todos vítimas de ações violentas. Nesse ritmo, caminha em direção à assombrosa marca de 200 casos em um ano -o maior número foi atingido em 1994, quando morreram 227 policiais. Essa matança de PMs no Rio chama mais a atenção se comparada a dados paulistas.

O Estado de São Paulo registrou 22 policiais militares mortos de folga ou em serviço no primeiro semestre deste ano, sendo que a PM paulista tem quase o dobro do efetivo do Rio -87 mil agentes, ante 45 mil- e mais que o dobro da população -45 milhões de habitantes, contra 17 milhões.

Já os homicídios após oposição a intervenção policial aumentaram 45% neste ano no Rio. Foram 551 mortes por policiais no primeiro semestre de 2017, ante 400 no mesmo período do ano passado.

Causas
No Rio, as causas das mortes de PMs são variadas. São alvejados em serviço, andam armados em folga e reagem a assaltos, são identificados como policiais, mesmo de folga ou já aposentados, e acabam assassinados em seguida. A série da estatística policial, iniciada em 1994, mostra que nada disso é novidade. No ano em que houve menos mortes desde então, em 2011, foram 108 casos. No entanto, agora, todos os fatores que levam à morte de policiais foram exacerbados com a crise econômica que deixa um rombo de R$ 21 bilhões nos cofres fluminenses e uma série de servidores e pensionistas com vencimentos atrasados. A quantidade de assassinatos explodiu em 2016, coincidindo com o mergulho do Rio em crise financeira de proporções inéditas -foi de 118, em 2015, para 147, em 2016.link do artigo aqui